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quinta-feira, 1 de abril de 2010

PÁSCOA

A PÁSCOA É TEMPO DE REFLEXÃO E CONHECIMENTO. NA SALA DE AULA OUVIMOS A HISTÓRIA DO PRÍNCIPE DO EGITO- PRIMEIRA PÁSCOA- E TAMBÉM CONVERSAMOS SOBRE JESUS O NOSSO CORDEIRO PASCAL. CADA CONVERSA OU HITÓRIA QUE OUVIMOS ACRESCENTAMOS PALAVRAS NO PAINEL QUE TAMBÉM FORAM LIDAS VÁRIAS VEZES, ENFATIZANDO A LEITURA REFLEXÃO A sujeira fica sempre em nós Zeca estava após a aula, batendo forte seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: - Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele. Seu pai, um homem simples, mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho, que continua a reclamar: - Ele me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente e não pudesse ir a escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propôs algo: - Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca, e que cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertaram o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai, que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e pergunta: - Filho, como está se sentindo agora? - Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: - Venha comigo até o quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar os seus dentes e os olhinhos. O pai então lhe diz ternamente: - Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
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Um comentário:

  1. oi tia amei ver a manuella e ela e apaixonada por vç ta um beijo grande mae manuella

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